Ta ai uma das minhas maiores curiosidades em relação a vida materna.. AMAMENTAÇÃO
Eu sempre quis muito saber que vínculo era esse, qual era a sensação, como era produzir, e graças a Deus consegui tudo isso ( com muito esforço, pq realmente a dor é PUNK)
Tudo começou antes mesmo da Manuella nascer, eu me preparei master pra amamentar, usei as famosas conchas, usei aquelas buchas vegetais pra 'calejar' o seio, tive um super conversa com o pediatra da Manu em relação a isso.
No dia da consulta com ele, para conhecermos ele e ele nos conhecer, eu fui bem categórica, queria amamentar na 1ª hora de vida dela, independente do tipo de parto, e assim foi.. Manu nasceu as 10:44, fui pro pós parto as 11, e quando foi meio dia me trouxeram ela pra tentar pegar o seio, nossa 1ª experiência não foi das melhores, ela não sabia sugar, colocava a língua pra cima, e aparentemente estava cheia já que chegou a arrotar no peito, nesse momento eu fiquei com medo de que tivessem dado leite artificial pra ela, mas o pediatra já havia prescrito que não era pra dar ( Graças a Deus)
Bem sai do pós parto as 16hs, e foi nesse momento que Manu veio pra mim, varada de fome, comendo as mãos totalmente e quando chegou, pegou o peito de primeira, parecia que tínhamos sido feitas pra aquilo, e eu me senti tão mulher, tão super, e foi ali que entendi o vínculo, uma coisa que só eu e ela tínhamos, eu antes dela nascer tinha o medo de perder aquela conexão só nossa, e foi na amamentação que senti ela só MINHA de novo, porque ali vi que ela dependia somente de mim, que eu tinha o alimento e o colinho que ela sempre procuraria..
Só que nem tudo são flores, também veio a parte díficil, conforme a Manu foi crescendo, ela começou a ter preferência por um seio, e com isso, passou a mamar no outro incorretamente, e vieram as temidas rachaduras, e as fissuras, confesso que foi dose, muitas vezes a noite eu chorava sozinha amamentando, um dia me passou pela cabeça pensar em desistir, mas era aquilo que eu sempre quis, e continuei.
Nesse tempo escutei que ela mamava demais, que meu leite não estava sustentando ela, que ela ficaria gorda.. foram tantos absurdos que nem dá pra numerar, enfim, águas passadas.
Hoje temos um momento só nosso, um momento prazeroso, que me sinto a super mulher, a super mãe e SUPER FELIZ!
Eu sempre quis muito saber que vínculo era esse, qual era a sensação, como era produzir, e graças a Deus consegui tudo isso ( com muito esforço, pq realmente a dor é PUNK)
Tudo começou antes mesmo da Manuella nascer, eu me preparei master pra amamentar, usei as famosas conchas, usei aquelas buchas vegetais pra 'calejar' o seio, tive um super conversa com o pediatra da Manu em relação a isso.
No dia da consulta com ele, para conhecermos ele e ele nos conhecer, eu fui bem categórica, queria amamentar na 1ª hora de vida dela, independente do tipo de parto, e assim foi.. Manu nasceu as 10:44, fui pro pós parto as 11, e quando foi meio dia me trouxeram ela pra tentar pegar o seio, nossa 1ª experiência não foi das melhores, ela não sabia sugar, colocava a língua pra cima, e aparentemente estava cheia já que chegou a arrotar no peito, nesse momento eu fiquei com medo de que tivessem dado leite artificial pra ela, mas o pediatra já havia prescrito que não era pra dar ( Graças a Deus)
Bem sai do pós parto as 16hs, e foi nesse momento que Manu veio pra mim, varada de fome, comendo as mãos totalmente e quando chegou, pegou o peito de primeira, parecia que tínhamos sido feitas pra aquilo, e eu me senti tão mulher, tão super, e foi ali que entendi o vínculo, uma coisa que só eu e ela tínhamos, eu antes dela nascer tinha o medo de perder aquela conexão só nossa, e foi na amamentação que senti ela só MINHA de novo, porque ali vi que ela dependia somente de mim, que eu tinha o alimento e o colinho que ela sempre procuraria..
Só que nem tudo são flores, também veio a parte díficil, conforme a Manu foi crescendo, ela começou a ter preferência por um seio, e com isso, passou a mamar no outro incorretamente, e vieram as temidas rachaduras, e as fissuras, confesso que foi dose, muitas vezes a noite eu chorava sozinha amamentando, um dia me passou pela cabeça pensar em desistir, mas era aquilo que eu sempre quis, e continuei.
Nesse tempo escutei que ela mamava demais, que meu leite não estava sustentando ela, que ela ficaria gorda.. foram tantos absurdos que nem dá pra numerar, enfim, águas passadas.
Hoje temos um momento só nosso, um momento prazeroso, que me sinto a super mulher, a super mãe e SUPER FELIZ!
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